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Miguel Sousa Tavares de Viva Voz - Os “casos de saneamento” e a desconfiança profunda dos portugueses em relação aos políticos
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Os “casos de saneamento” e a desconfiança profunda dos portugueses em relação aos políticos

Miguel Sousa Tavares de Viva Voz

05/03/24

19m

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Nos 50 anos de Abril, Miguel Sousa Tavares avalia o pensamento dos portugueses sobre o estado da Democracia para concluir que a desconfiança sobre a classe política é geral e que são muitos os responsáveis por esse cenário. O cronista concorda com a ida da PGR à AR, como propôs Aguiar-Branco, para prestar contas sem discutir casos concretos. Sobre a exoneração de Ana Jorge ou a saída de Fernando Araújo, Sousa Tavares vê sinais "preocupantes" e não hesita em considerar que estaremos perante "evidentes casos de saneamento político".

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Na semana que celebra os 50 anos do 25 de Abril, Miguel Sousa Tavares elabora, no Expresso, uma lista de A a Z. No podcast explica o critério de escolha e algumas opções: porque Cavaco Silva, por exemplo, ficou de fora e a razão que o leva a optar por Jardel em vez de Ronaldo. E ainda porque só nove são mulheres. Sobre os cabeças de lista escolhidos pelo PS e pela AD para as europeias, sobram críticas para Marta Temido e a "surpresa" de ver Francisco Assis em segundo lugar. Sobre Sebastião Bugalho, o cronista lamenta "a perda" de uma personalidade "bem preparada" no mundo da comunicação.

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Miguel Sousa Tavares diz que a entrada em cena do Governo foi "muito má" e que a desculpa com a herança do Governo anterior é uma confissão de impotência. Sobram ainda criticas para Miranda Sarmento: "terá unhas para tocar a guitarra?", mas também para Pedro Nuno Santos que o cronista entende estar a alinhar com aumentos de despesa que podem conduzir a uma "situação ingovernável". Sobre o futuro da Santa Casa da Misericórdia, Sousa Tavares entende que quem for escolhido para provedor vai ocupar um lugar "para queimar" e critica a ministra do Trabalho pela decisão de exonerar Ana Jorge, nos "termos grosseiros" em que o fez.

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