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Miguel Sousa Tavares de Viva Voz - O Governo que “não estava preparado”, “a política demagógica” do PS e o lugar “para queimar” na Santa Casa
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O Governo que “não estava preparado”, “a política demagógica” do PS e o lugar “para queimar” na Santa Casa

Miguel Sousa Tavares de Viva Voz

05/10/24

22m

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Miguel Sousa Tavares diz que a entrada em cena do Governo foi "muito má" e que a desculpa com a herança do Governo anterior é uma confissão de impotência. Sobram ainda criticas para Miranda Sarmento: "terá unhas para tocar a guitarra?", mas também para Pedro Nuno Santos que o cronista entende estar a alinhar com aumentos de despesa que podem conduzir a uma "situação ingovernável". Sobre o futuro da Santa Casa da Misericórdia, Sousa Tavares entende que quem for escolhido para provedor vai ocupar um lugar "para queimar" e critica a ministra do Trabalho pela decisão de exonerar Ana Jorge, nos "termos grosseiros" em que o fez.

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Nos 50 anos de Abril, Miguel Sousa Tavares avalia o pensamento dos portugueses sobre o estado da Democracia para concluir que a desconfiança sobre a classe política é geral e que são muitos os responsáveis por esse cenário. O cronista concorda com a ida da PGR à AR, como propôs Aguiar-Branco, para prestar contas sem discutir casos concretos. Sobre a exoneração de Ana Jorge ou a saída de Fernando Araújo, Sousa Tavares vê sinais "preocupantes" e não hesita em considerar que estaremos perante "evidentes casos de saneamento político".

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Miguel Sousa Tavares comenta as decisões anunciadas pelo Governo e conclui, que "acabando com a lamúria", Montenegro começou, finalmente, a governar. Sobre o aeroporto, o cronista entende que o PM não tinha alternativa a não ser seguir as indicações da comissão técnica, caso contrário estaria "liquidado" politicamente. Falamos ainda do pacote de habitação que Sousa Tavares diz assentar em "melhores ideias" do que o anterior. Em relação aos problemas dos imigrantes na AIMA, o cronista não poupa nas criticas e defende que a extinção do SEF foi um "erro tremendo". Também não passamos ao lado do atual momento na Ucrânia.

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