
Montenegro “é um ativo tóxico e não terá sossego”, Pedro Nuno “se perder duas vezes, é a morte do artista”
Miguel Sousa Tavares de Viva Voz
03/14/25
•19m
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Sousa Tavares considera que o PM percebeu que as sondagens não lhe eram favoráveis e entrou na AR em "modo de medo para acabar em modo de pânico". Entende que Montenegro transformou "um assunto pessoal num assunto do governo, do parlamento e do país" e só procurou o entendimento com o PS "à 25a hora" depois de "quase se terem ofendido". O ónus, acrescenta, estava do lado do Governo. Com eleições à vista, antecipa dificuldades para os lideres do PSD e PS.
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Sousa Tavares critica a forma com o PM geriu a crise política, recusando assumir erros no caso da empresa familiar: "só empurrado" deu algumas explicações. O cronista considera, no entanto, que ainda há tempo de evitar novas eleições e uma "guerra de egos" que "os portugueses não entendem" desde que alguém (Montenegro ou Pedro Nuno Santos) dê um passo atrás. Entende ainda que o PR pode ter um papel nesse sentido, mas "já devia ter tentado intervir". Falamos ainda da "cilada" de Trump que Zelensky "avaliou mal".
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Sousa Tavares comenta as conversas do Presidente dos EUA com Putin e Zelensky. Considera que Trump não conseguiu ultrapassar as "linhas vermelhas" de Putin, mas ainda terá de o fazer, com custos para a Ucrânia, porque é o protagonista do "único processo de paz em curso". Condena ainda o regresso dos ataques em Gaza: "só terminam quando Israel conseguir uma solução final" e analisa as sondagens pré-legislativas em que "ninguém sai beneficiado"
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