
Quem são os salatinas de Coimbra?
Fundação (FFMS) e Renascença - Da Capa à Contracapa
02/25/25
•30m
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Em meados do século XX, a construção da Nova Cidade Universitária de Coimbra implicou a demolição da Alta de Coimbra. Três mil pessoas foram distribuídas por vários bairros da cidade dos estudantes.
Mas a memória dos habitantes da Alta – os chamados salatinas – permaneceu nas novas comunidades e vive hoje os momentos mais evocativos das últimas décadas.
O que resta desse tempo de Coimbra? Que futuro tem este património afetivo da cidade? Rafael Vieira, o autor do livro «Os Salatinas, Coimbra da Saudade», junta-se à conversa com Maria de Lurdes Dias, uma das sobreviventes dos salatinas do século XX.
O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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Política, tecnologia e redes: o novo triângulo que manda no mundo?
February 18, 2025
•53m
A entrada de Elon Musk na esfera da administração norte-americana, a juntar à influência nas sociedades dos gigantes tecnológicos, leva ao debate sobre a força destas multinacionais na concepção e execução de estratégias e decisões políticas.
Do TikTok à Meta, passando pela Google, pelo X ou pela Tesla, que força política têm afinal as empresas tecnológicas? Estes gigantes, incluindo as suas redes, são ameaças à democracia?
São convidados deste programa o antigo ministro da Economia Pedro Siza Vieira e o investigador de Relações Internacionais José Pedro Teixeira Fernandes.
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Como é que o jornalismo português entrou em crise?
March 4, 2025
•50m
No espaço de uma década, as tiragens dos jornais diminuíram dois terços, as redações emagreceram, as redes sociais tornaram-se a principal fonte de informação para milhares de pessoas, as notícias falsas explodiram na sociedade e os modelos de negócio tornaram-se também eles precários.
Ser jornalista tornou-se um ofício maltratado e mal pago. É este o retrato social do jornalismo em Portugal que se pode ler no livro «O Jornal», de Rui Frias, agora editado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos.
O modelo digital do jornalismo é o mau da fita ou a oportunidade que muitos media têm de agarrar? Porque se perderam as referências e porque tantos jornalistas decidiram deixar a profissão? Há esperança para o jornalismo no meio da instabilidade e da fragilidade financeira da comunicação social portuguesa?
Este é o tema que junta Rui Frias à conversa com Pedro Leal, diretor-geral da Renascença.
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