
Como é que o jornalismo português entrou em crise?
Fundação (FFMS) e Renascença - Da Capa à Contracapa
03/04/25
•50m
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No espaço de uma década, as tiragens dos jornais diminuíram dois terços, as redações emagreceram, as redes sociais tornaram-se a principal fonte de informação para milhares de pessoas, as notícias falsas explodiram na sociedade e os modelos de negócio tornaram-se também eles precários.
Ser jornalista tornou-se um ofício maltratado e mal pago. É este o retrato social do jornalismo em Portugal que se pode ler no livro «O Jornal», de Rui Frias, agora editado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos.
O modelo digital do jornalismo é o mau da fita ou a oportunidade que muitos media têm de agarrar? Porque se perderam as referências e porque tantos jornalistas decidiram deixar a profissão? Há esperança para o jornalismo no meio da instabilidade e da fragilidade financeira da comunicação social portuguesa?
Este é o tema que junta Rui Frias à conversa com Pedro Leal, diretor-geral da Renascença.
O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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Quem são os salatinas de Coimbra?
February 25, 2025
•30m
Em meados do século XX, a construção da Nova Cidade Universitária de Coimbra implicou a demolição da Alta de Coimbra. Três mil pessoas foram distribuídas por vários bairros da cidade dos estudantes.
Mas a memória dos habitantes da Alta – os chamados salatinas – permaneceu nas novas comunidades e vive hoje os momentos mais evocativos das últimas décadas.
O que resta desse tempo de Coimbra? Que futuro tem este património afetivo da cidade? Rafael Vieira, o autor do livro «Os Salatinas, Coimbra da Saudade», junta-se à conversa com Maria de Lurdes Dias, uma das sobreviventes dos salatinas do século XX.
O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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Como combater a desigualdade de género no mundo do trabalho?
March 11, 2025
•54m
Portugal tem uma das maiores taxas da União Europeia de participação feminina no mercado de trabalho. No entanto, uma em cada cinco mulheres tem um contrato precário. Quase metade trabalha em profissões com salários particularmente baixos. Em cada 10 trabalhadores não qualificados, há sete mulheres.
Comparando com os homens, em média, elas ganham menos 238 euros por mês. A desigualdade aumenta à medida que sobem na hierarquia das empresas.
Como combater a desigualdade de género no mundo do trabalho? É a pergunta de base para a edição do programa desta semana, que junta Teresa Fragoso, antiga presidente da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género e Sara Falcão Casaca, do Observatório Género Trabalho e Poder do Instituto Superior de Economia e Gestão.
O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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