
Porque há desigualdades no acesso à saúde em Portugal?
Fundação (FFMS) e Renascença - Da Capa à Contracapa
09/16/25
•60m
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Portugal apresenta uma esperança média de vida acima de países como a Alemanha ou os Países Baixos. Tem também índices de mortalidade infantil em linha com os países mais desenvolvidos do mundo. No entanto, apresenta ainda desigualdades que implicam, por exemplo, que as famílias suportem 30% dos gastos em saúde em Portugal, muito acima do praticado nos países da vanguarda europeia.
Onde estão os fatores que levam a desigualdades no acesso à saúde? Os problemas estão no sistema de saúde e em especial no SNS? Qual a importância das desigualdades educativas e económicas, das assimetrias regionais ou do envelhecimento da população? Como podemos fazer melhor promoção da saúde e prevenção da doença?
Neste episódio, o novo ensaio da Fundação «Desigualdades em Saúde» vai a debate com o autor Ricardo de Sousa Antunes, sociólogo e enfermeiro, e com Sara Valente de Almeida, especialista em economia da saúde.
O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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O que esperam os residentes em Portugal do poder local?
September 9, 2025
•59m
O novo barómetro da Fundação mostra que os residentes em Portugal têm uma imagem globalmente positiva do poder local. No entanto, querem mais influência das autarquias em áreas como a Saúde ou a Habitação. O poder do presidente da Câmara é reconhecido nos municípios, mas a influência dos cidadãos, das associações ou das oposições nas políticas concelhias é diminuta aos olhos dos munícipes.
Porque razão a democracia local parece ainda distante de muitos cidadãos? O que determina o voto dos munícipes? Que qualidades procuram nos autarcas? É desejável um aumento das competências no plano regional?
Algumas destas questões vêm a debate com Filipe Teles, investigador da Universidade de Aveiro e coautor deste Barómetro, e Paulo Fernandes, presidente da Câmara do Fundão.
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Como aumentar a participação cívica em Portugal?
September 23, 2025
•43m
Portugal tem das mais baixas taxas de associativismo na Europa. Há estudos europeus que também colocam o país abaixo da média europeia em prática de voluntariado. Apesar de tudo, mecanismos como os orçamentos participativos generalizaram-se pelo país ao longo dos últimos vinte anos.
Será que há um «problema português» em matéria de participação cívica? Devemos começar a olhar para a qualidade da intervenção cidadã mais do que para a quantidade?
Os convidados desta semana são José Carlos Mota, professor na Universidade de Aveiro e autor do ensaio «A Participação Cívica em Portugal», editado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, e Nelson Dias, coordenador da Rede de Autarquias Participativas.
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