
Como aumentar a participação cívica em Portugal?
Fundação (FFMS) e Renascença - Da Capa à Contracapa
09/23/25
•43m
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Portugal tem das mais baixas taxas de associativismo na Europa. Há estudos europeus que também colocam o país abaixo da média europeia em prática de voluntariado. Apesar de tudo, mecanismos como os orçamentos participativos generalizaram-se pelo país ao longo dos últimos vinte anos.
Será que há um «problema português» em matéria de participação cívica? Devemos começar a olhar para a qualidade da intervenção cidadã mais do que para a quantidade?
Os convidados desta semana são José Carlos Mota, professor na Universidade de Aveiro e autor do ensaio «A Participação Cívica em Portugal», editado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, e Nelson Dias, coordenador da Rede de Autarquias Participativas.
O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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Porque há desigualdades no acesso à saúde em Portugal?
September 16, 2025
•60m
Portugal apresenta uma esperança média de vida acima de países como a Alemanha ou os Países Baixos. Tem também índices de mortalidade infantil em linha com os países mais desenvolvidos do mundo. No entanto, apresenta ainda desigualdades que implicam, por exemplo, que as famílias suportem 30% dos gastos em saúde em Portugal, muito acima do praticado nos países da vanguarda europeia.
Onde estão os fatores que levam a desigualdades no acesso à saúde? Os problemas estão no sistema de saúde e em especial no SNS? Qual a importância das desigualdades educativas e económicas, das assimetrias regionais ou do envelhecimento da população? Como podemos fazer melhor promoção da saúde e prevenção da doença?
Neste episódio, o novo ensaio da Fundação «Desigualdades em Saúde» vai a debate com o autor Ricardo de Sousa Antunes, sociólogo e enfermeiro, e com Sara Valente de Almeida, especialista em economia da saúde.
O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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Porque se abstêm os portugueses?
September 30, 2025
•46m
A pergunta surge à cabeça do novo livro da Fundação Francisco Manuel dos Santos, da autoria de Nelson Nunes, intitulado “O tanto que grita este silêncio”.
É um retrato que dá voz aos abstencionistas que traz rostos a uma realidade geralmente circunscrita a estatísticas e percentagens.
É nesse cruzamento entre números e vozes que o Da Capa à Contracapa se centra esta semana, juntando os resultados do estudo «Abstenção Eleitoral em Portugal: Mecanismos, Impactos e Soluções» que pretende analisar a evolução da participação, os mecanismos que explicam a decisão de não votar e os efeitos políticos dessa escolha.
Um dos co-autores desta investigação, João Cancela, junta-se a Nelson Nunes nesta conversa sobre a abstenção em Portugal.
O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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