
Zelensky sob “fogo cerrado e ordinário de Trump” e o Chega que quer fazer da AR “uma espécie de taberna”
Miguel Sousa Tavares de Viva Voz
02/21/25
•18m
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Sousa Tavares fala de uma "subversão de valores" dos EUA face à Europa. Sublinha que JD Vance "foi de uma arrogância insultuosa", mas diz que a Europa "deixou-se arredar no jogo das potências e esteve a dormir". Para o cronista, Zelensky está nas mãos de Trump "numa posição tremendamente dificil" e diz que é "lastimável" que o país invasor da Ucrânia possa vir a ser compensado com "terreno conquistado pelas armas". Sousa Tavares apoia alterações no estatuto dos deputados na AR para evitar que o Chega contribua para "a degradação da Democracia".
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Miguel Sousa Tavares diz que as imagens de imigrantes algemados e deportados dos EUA remetem para "os tempos da escravatura" e sublinha a "maldade e estupidez" de Trump. O cronista não acredita que o plano para Gaza venha a ser implementado: "Para ele o direito internacional não existe, estamos num território nunca visto". Considera que é este o momento para a Europa e Portugal reconhecerem o Estado Palestiniano. Sobre a operação tutti-frutti, entende que revela "uma cultura de funcionamento que "mina a transparência" e deixa críticas à suspeição deixada sobre Medina.
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Com a Europa num impasse, o PR de França tem sido protagonista, o que deixa a UE em segundo plano. A conclusão é de Sousa Tavares para quem António Costa já "perdeu vários comboios" e terá perguntado ao espelho: "afinal em que é que eu mando"? A atitude de Macron em Washington merece reparos, mas as maiores críticas são para Trump que "aproxima os EUA, em alguns apectos, da Coreia do Norte". Sobre o relatório da IGAS, não restam dúvidas: Governo e MP devem atuar.
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