
Num debate em que o Almirante “esmagou” viu-se, “pela primeira vez, Mendes abalado”, e o retrato do país marcado pela “falta de coerência”
Miguel Sousa Tavares de Viva Voz
12/24/25
•17m
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Sousa Tavares começa por criticar o país "onde só se ouve o bota abaixo dos políticos, mas pagos e mal considerados". Não estranha, neste cenário, o protagonismo de Ventura, a quem aponta o problema da "hipocrisia e demagogia". Sobre as presidenciais, diz que "não se importava que o resto da campanha fosse feita com uma segunda volta de debates". O último merece-lhe uma análise atenta.
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Sousa Tavares contesta a decisão de investir no regresso da F1 a Portugal. Considera que a ideia de "pôr o país no mapa" já "não faz sentido" e diz que vários países utilizam a competição como "detergente de nódoas" dos regimes. Sobre o caso Spinumviva, entende que "está resolvido no plano político" mas que, do ponto de vista ético e mediático, há questões por responder.
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Na crónica desta semana, Miguel Sousa Tavares ficciona uma conversa entre Trump e a sua administração e o embaixador dos EUA em Portugal, a propósito de uma suposta invasão dos Açores. E, para além deste futuro distópico, as intervenções dos EUA na Venezuela (consumada) e na Gronelândia (prometida) ocupam boa parte da presente edição do podcast Miguel Sousa Tavares de Viva Voz”.
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