
Montenegro, Pedro Nuno ou Ventura: “não compraria um carro em segunda mão a nenhum” e “o disparate” do Almirante
Miguel Sousa Tavares de Viva Voz
05/15/25
•17m
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Miguel Sousa Tavares relembra a responsabilidade dos políticos na ida a votos e analisa a campanha. E considera que os atuais protagonistas são "uma má opção" para primeiro-ministro. O cronista comenta ainda o anúncio de candidatura presidencial de Gouveia e Melo: "um tiro de pólvora seca, um disparate a 3 dias das eleições" que "ninguém compreende".
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Miguel Sousa Tavares critica a nova greve dos trabalhadores da CP, defende que o caso chegou a um ponto extremo: "isto é fazer pouco dos portugueses" e que a empresa deve ser liquidada e transformada numa outra empresa pública. Na semana da campanha, o cronista diz que Passos Coelho "tirou o tapete" a Montenegro e "deu cabo da estratégia eleitoral do PSD".
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Sousa Tavares faz a análise das legislativas sem esconder críticas a Pedro Nuno Santos. No futuro do PS veria, de preferência, um nome: Medina. José Luís Carneiro "seria o menos mal de todos os outros". Sobre o Chega, diz que continua a ser uma incógnita: "não tem ninguém. O que se destacou foi ter um deputado ladrão de malas". Já o PCP "faz lembrar a anedota de um condutor na autoestrada que ouve dizer que há um carro em contramão"
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