
Balsemão "divertia-se muito mais em estar à frente do negócio de jornalismo do que do Governo" e ainda a memória de "um momento histórico"
Miguel Sousa Tavares de Viva Voz
10/24/25
•17m
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Sousa Tavares recorda Pinto Balsemão, a quem o país "ficou a dever muito" e teme que a sua morte nos deixe, nos media, "desprotegidos". Não tem dúvidas de que o fundador do Expresso e da SIC preferia o jornalismo ao poder político. Sobre as presidenciais, falamos do candidato "mais Seguro" e confessa-se "farto de vendedores da banha da cobra"
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Em declarações em direto à SIC por telefone, Miguel Sousa Tavares recorda o papel de Francisco Pinto Balsemão, fundador do Expresso e da SIC falecido hoje aos 88 anos, no jornalismo em Portugal e na liberdade de imprensa.
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Sousa Tavares fala da imigração e das polémicas a envolver Ventura que acusa de fazer "um exercício de desonestidade intelectual" num país de "muitos católicos e poucos cristãos". O cronista critica os portugueses que não gostam da liberdade que não "valorizam como valor absoluto". Em análise ainda a "gestão desastrosa e a superioridade moral" de Mortágua no BE.
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