
A “jogada populista e demagógica” da PGR e o acordo que deixa o Governo “bem na fotografia”
Miguel Sousa Tavares de Viva Voz
07/12/24
•22m
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Miguel Sousa Tavares faz uma análise crítica da entrevista de Lucília Gago para sublinhar que deve esclarecimentos pelo cargo que ocupa e que "o mínimo era que refletisse sobre as críticas". Sousa Tavares acusa a procuradora de "arrogância total" e de usar um tom de "ameaça" em relação a António Costa. Falamos ainda dos mais recentes acordos do Governo com os sindicatos e dos 75 anos da NATO com a possível adesão da Ucrânia: a acontecer "não haverá fim à guerra num horizonte próximo".
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Miguel Sousa Tavares fala do impacto das redes sociais nas nossas vidas dos "danos" para a democracia e as relações pessoais, sinais de uma degradação humana e das instituições. Para o cronista, "a nova luta de classes já não é entre capital e trabalho, mas entre quem sabe e quem ignora". Sobre as eleições americanas, conclui que a desistência de Biden "é inevitável" e que o partido democrata tinha obrigação de ter preparado a sucessão. No caso de França, sublinha que pode tornar-se "ingovernável".
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A bala que atingiu Trump de raspão fez dele "um herói" para muita gente, perante um Biden "debilitado", com uma candidatura que "não vai aguentar um mês" até à convenção. É a leitura de Miguel Sousa Tavares sobre as eleições americanas. É o destaque do podcast onde analisamos ainda o debate do Estado da Nação, um "pré-debate", ensaio geral para o OE. E olhamos para as suspeitas em torno da "história estranha e mal contada" do ex-adjunto Frederico Pinheiro.
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