
A Conferência de Paz que foi “uma perda de tempo” e o caso das escutas: “estamos a viver num estado policial”
Miguel Sousa Tavares de Viva Voz
06/21/24
•19m
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Miguel Sousa Tavares analisa as conclusões do encontro promovido pela Ucrânia e critica o facto de não se terem dado passos em direção à paz. O cronista mostra-se também preocupado com o acordo fechado entre a Rússia e a Coreia do Norte. Sobre as contas portuguesas e o aumento da despesa, teme que o país venha a dar uma "cambalhota" depois de muito esforço. Sousa Tavares deixa ainda um recado para juízes e procuradores: "têm noção do que andam a fazer?" em causa, as escutas que marcam a semana.
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Partindo do elogio ao projecto político que foi a construção da União Europeia, Miguel Sousa Tavares nota que ela acabou vitima dos seus próprios sucessos e dos diferentes alargamentos que acrescentaram diversidade, mas também dificuldade em gerar consensos. Saiba mais sobre a opinião do cronista do Expresso com o podcast Miguel Sousa Tavares de Viva Voz.
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Miguel Sousa Tavares analisa os dias que marcam a Justiça: o recurso às escutas que "em Portugal se tornou no primeiro instrumento de investigação", as polémicas propostas do pacote anticorrupção, sem esquecer as declarações recentes da ministra Rita Júdice. O cronista vê sinais positivos na aproximação entre Montenegro e Pedro Nuno Santos para uma reforma, mas conclui que o medo da opinião pública domina as ações dos políticos. Olhamos ainda para o desempenho da seleção no Euro. Para Sousa Tavares, "o futebol é um jogo simples que os treinadores tentam complicar o mais que podem".
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