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Fundação (FFMS) e Renascença - Da Capa à Contracapa - Qual é o poder da literatura?
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Qual é o poder da literatura?

Fundação (FFMS) e Renascença - Da Capa à Contracapa

04/15/25

50m

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Tudo começa nos bancos da escola. Um professor pode fazer a diferença no interesse de novas gerações pela literatura.

Maria do Carmo Vieira, autora de «O Poder da Literatura», relata, neste livro, a sua experiência de contacto com alunos, em partilha de leituras e referências sobre textos literários. Como se faz esta ligação?

E que exemplo nos traz o movimento pela defesa e salvaguarda do Café Martinho da Arcada, em meados dos anos 80 do século passado?

As convidadas deste programa são Maria do Carmo Vieira, professora aposentada do Ensino Secundário e Sandra Barão Nobre, autora que se dedica à biblioterapia, fazendo a ponte entre leitura, literatura e terapia.

O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.

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A mudança tecnológica associada à digitalização tem dois caminhos possíveis: pode substituir o trabalho humano ou pode potenciá-lo.

A Fundação Francisco Manuel dos Santos publica agora o primeiro policy paper sobre os impactos da digitalização, da inteligência artificial e da automação em todo o mercado de trabalho português. Que profissões serão mais afetadas? Que desafios traz a inteligência artificial para trabalhadores e empregadores? E que papel está reservado para as políticas públicas?

São convidados deste programa Hugo Castro Silva, professor e investigador do Instituto Superior Técnico e um dos co-autores deste estudo – com Rui Baptista, Pablo Casas e António Sérgio Ribeiro – e Maria Manuel Leitão Marques, professora jubilada da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e ex-ministra da Modernização Administrativa.

O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.

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As imagens e as notícias sucedem-se e os números parecem confirmar a perceção. A delinquência juvenil mantém a tendência de subida desde 2021 em Portugal, atingindo no ano passado o valor mais elevado desde 2016.

A violência ligada a grupos juvenis tem tido maior expressão na área Metropolitana de Lisboa, mas as ocorrências observam-se também nos distritos do Porto, Setúbal e Faro.

A criminalidade juvenil inclui casos de abuso sexual cometido por menores ou partilha de pornografia de menores. O Relatório Anual de Segurança Interna aponta para crimes cada vez mais graves praticados por indivíduos cada vez mais jovens.

Como se combate a delinquência juvenil de forma eficaz? Quais os fatores que potenciam esta criminalidade ? Que resposta reside nas dimensões extra-policiais deste combate?

Este debate conta com o coronel Francisco Rodrigues, presidente do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo, e com o superintendente António Leitão da Silva, membro da Comissão de Análise Integrada da Delinquência Juvenil e da Criminalidade Violenta.

O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.

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