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Fundação (FFMS) e Renascença - Da Capa à Contracapa - Os novos tempos no trabalho: muito mais do que um salário?
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Os novos tempos no trabalho: muito mais do que um salário?

Fundação (FFMS) e Renascença - Da Capa à Contracapa

12/10/25

63m

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A pandemia instalou o trabalho remoto em muitas rotinas profissionais. A tecnologia, a demografia e a geopolítica aceleraram a transformação dos mercados de trabalho, com desafios na regulação da flexibilidade das relações laborais.

Afinal, o que representa hoje o trabalho para as novas gerações? A conciliação entre trabalho, família e lazer está acima do salário e das regalias associadas ao contrato de trabalho? Como se organiza o trabalho nas empresas? Ainda há espaço para conceitos como ‘cultura de empresa’ ou ‘amor à camisola’?

Para responder a estas e outras questões, o programa desta semana recebe Sara Aguiar, gestora de marca e produtos digitais numa equipa de inovação global na «Procter & Gamble», em Genebra, e Sílvia Nunes, diretora sénior na «Michael Page».

O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.

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Portugal está entre os países europeus com pior desempenho da redução das mortes na estrada nos últimos 10 anos. A diminuição da mortalidade faz-se a um ritmo inferior à média europeia.

Os acidentes com velocípedes e motociclos estão a aumentar em Portugal e os motociclistas têm mesmo 48 vezes maior probabilidade de morrer num acidente do que os condutores de automóveis.

O que deve ser feito no domínio das políticas públicas para acelerar a diminuição destes números? O que cabe aos cidadãos neste combate?

Para debater o tema, o programa desta semana recebe o professor João Dias e Rosa Pita, vice-presidente da Prevenção Rodoviária Portuguesa.

O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.

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Em cada mil pessoas, há pelo menos três seres humanos sujeitos a trabalho forçado em todo o mundo.

As estimativas da Organização Internacional do Trabalho apontam para 236 mil milhões de dólares de lucros obtidos a partir de formas modernas de escravatura. As mulheres representam a maioria destes trabalhadores, numa realidade detetada maioritariamente no setor privado e na Ásia e Pacífico.

Não sendo um problema do passado, como podem as políticas públicas travar o trabalho forçado? Qual o papel da tecnologia e das próprias empresas neste combate? A aprovação de um regulamento europeu pode fazer a diferença?

Para debater o tema, Miguel Bandeira Jerónimo, um dos autores do livro da Fundação «O Trabalho Forçado», junta-se à conversa com Mafalda Troncho, diretora do Escritório da Organização Internacional do Trabalho para Portugal.

O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.

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