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Fundação (FFMS) e Renascença - Da Capa à Contracapa - O que está a mudar na indústria do espetáculo?
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O que está a mudar na indústria do espetáculo?

Fundação (FFMS) e Renascença - Da Capa à Contracapa

01/07/25

54m

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Comentários

A inflação também deixou a sua marca nos custos de produção dos festivais, desde os cachets dos artistas ao preço da energia consumida.

Grandes artistas mundiais têm apostado em digressões menos extensas e mais localizadas, cortando intermediários e controlando cadeias de produção.

Hoje, as grandes estrelas não são apenas os músicos, mas também os humoristas e apresentadores de podcast, num contexto digital onde a inteligência artificial pode levar a perdas bilionárias para os trabalhadores e criadores, e a receitas a subir em flecha para as empresas.

O espetáculo deve continuar. Mas como?

Vale a pena ouvir o que têm a dizer os convidados deste primeiro episódio do ano: Vasco Sacramento, agente artístico e organizador de espetáculos, e o músico Nuno Gonçalves, fundador dos «The Gift».

O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.

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Como têm evoluído as atitudes dos portugueses face à imigração? Que relação existe entre essas atitudes e o posicionamento partidário dos portugueses? A insatisfação com as diferentes dimensões da sociedade portuguesa está ligada a atitudes negativas em relação aos imigrantes?

A Fundação Francisco Manuel dos Santos publica um barómetro com a perspetiva dos portugueses sobre a imigração, que dá resposta a estas e outras questões.

Para o comentar, o Da Capa à Contracapa recebe Pedro Góis, diretor científico do Observatório das Migrações e António Brito Guterres, especialista em Estudos Urbanos e gestor de projetos comunitários e territoriais.

O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.

Próximo Episódio

As engenharias, as ciências empresariais e as disciplinas na área da saúde dominam as estatísticas do ensino superior.
A pressão para o investimento nas áreas da Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM) para benefício dos indicadores de produtividade, exclui as Humanidades do panorama prioritário da formação superior.
Com a necessidade de incluir mais inovação e criatividade nos processos produtivos, o termo STEM passou a STEAM ao incluir as Artes na fórmula revista por diversas correntes formativas. Mas as Humanidades parecem longe do foco da educação superior, sobretudo quando o foco está na empregabilidade e na competitividade.
Que falta fazem afinal as Ciências Humanas? Os saberes medem-se hoje apenas por critérios de utilidade? Como reforçar a importância das Humanidades num contexto de prevalência de cursos e estudantes de Ciências? Para este debate são convidados os professores universitários Carlos Fiolhais e Jorge Vaz de Carvalho.
O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.

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