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Fundação (FFMS) e Renascença - Da Capa à Contracapa - Escola: como aprender e avaliar melhor?
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Escola: como aprender e avaliar melhor?

Fundação (FFMS) e Renascença - Da Capa à Contracapa

01/21/25

63m

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Aprender, avaliar, ensinar, raciocinar e experimentar são alguns dos verbos que dominam o programa «Da Capa à Contracapa» desta semana, a partir do livro «Aprender», da autoria do antigo ministro da Educação Nuno Crato, e editado pela FFMS.

Os capítulos desta conversa percorrem os universos da avaliação, da estruturação de currículos, das estratégias de aprendizagem baseadas no conhecimento e nos desenvolvimentos da ciência.

Para esta conversa com Nuno Crato, convidámos Isabel Flores, diretora-executiva do IPPS-ISCTE e especialista em Educação.
O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.

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As engenharias, as ciências empresariais e as disciplinas na área da saúde dominam as estatísticas do ensino superior.
A pressão para o investimento nas áreas da Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM) para benefício dos indicadores de produtividade, exclui as Humanidades do panorama prioritário da formação superior.
Com a necessidade de incluir mais inovação e criatividade nos processos produtivos, o termo STEM passou a STEAM ao incluir as Artes na fórmula revista por diversas correntes formativas. Mas as Humanidades parecem longe do foco da educação superior, sobretudo quando o foco está na empregabilidade e na competitividade.
Que falta fazem afinal as Ciências Humanas? Os saberes medem-se hoje apenas por critérios de utilidade? Como reforçar a importância das Humanidades num contexto de prevalência de cursos e estudantes de Ciências? Para este debate são convidados os professores universitários Carlos Fiolhais e Jorge Vaz de Carvalho.
O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.

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undefined - Como melhorar a qualidade do ar?
Como melhorar a qualidade do ar?

January 28, 2025

51m

A poluição do ar continua a ser uma significativa causa de mortes prematuras. A Agência Europeia de Ambiente estima 2110 mortes prematuras associadas às partículas finas no ano de 2021. Mas se excluirmos esse ano, ainda marcado pela pandemia, encontramos estimativas com o dobro ou triplo destes números.

Grandes cidades ou zonas industriais sofrem os efeitos da degradação da qualidade do ar e da concentração de partículas, também potenciadas pela ocorrência de grandes incêndios. O que temos de mudar na legislação e nas políticas ambientais? Que papel está reservado aos cidadãos neste combate? E como pode a tecnologia mitigar este problema?

São questões para o debate no programa desta semana, com Francisco Ferreira, engenheiro do ambiente e autor do livro «A Qualidade do Ar em Portugal» e com Nuno Lacasta, antigo presidente da Agência Portuguesa do Ambiente.

O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.

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