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Fundação (FFMS) e Renascença - Da Capa à Contracapa - Como se restauraram os jardins da Quinta das Lágrimas?
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Como se restauraram os jardins da Quinta das Lágrimas?

Fundação (FFMS) e Renascença - Da Capa à Contracapa

05/20/25

57m

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Cristina Castel-Branco começou o restauro dos jardins das Lágrimas a olhar para os canais construídos para fazer correr água num dos locais mais romantizados do país. No século XIV, a Rainha Santa Isabel construiu um canal para levar água das Lágrimas ao Convento de Santa Clara. O cenário da paixão de Pedro e Inês inclui hoje um anfiteatro, criado em 2008, a partir da necessidade de conter as cheias no local.

Da água nasceu arte, mas de onde veio a inspiração? Como intervir num espaço carregado de memórias? De que árvores se faz a memória da Quinta das Lágrimas?

O programa desta semana conta com Cristina Castel-Branco, autora do livro «A Água das Lágrimas», à conversa com Maria Matos Silva, professora do Instituto Superior de Agronomia da Universidade de Lisboa e dirigente da Associação Portuguesa de Jardins Históricos.

O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.

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A ciência oferece respostas humanas ao curto e longo prazo, ao que é lucrativo e a domínios em que ninguém investe. No livro «Uma Ideia de Ciência», Joana Gonçalves de Sá defende mesmo que a ciência comporta uma benção e uma maldição.

O financiamento de ciência é uma variável incontornável da análise à ciência que temos. Em Portugal, a precariedade laboral não poupa o sistema científico, onde também se instalaram sintomas de exaustão mental e até financeira.

Porque fazemos a ciência que fazemos? Como decidir que ciência apoiar? Com que dinheiro? O que é preciso mudar no sistema científico português? Como valorizar as profissões científicas? Ouça a conversa de José Pedro Frazão com os cientistas Joana Gonçalves de Sá e David Marçal.

O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.

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A saúde psicológica e o bem-estar motivam uma nova coleção da Fundação Francisco Manuel dos Santos. Se é algo que toca a todos, os seus impactos são sentidos de forma diferente em função do género, da idade ou dos contextos pessoais e profissionais.

Os estudos mais recentes estimam que metade dos portugueses já sentiu pelo menos um sintoma de burnout, síndrome baseado em stress laboral crónico. O sinal prevalente é a exaustão, seguido da irritabilidade e da tristeza. A tristeza e a solidão fazem parte da experiência humana, mas podem tornar-se patológicas se não forem sujeitas a estratégias que respondam a esses estados emocionais.

O que podemos fazer, como indivíduos ou comunidades, para travar estes fenómenos, antes que deixem marcas sérias em nós? O que está na mão das empresas e das políticas públicas? Que boas práticas podem ser seguidas?

O tema é debatido por Tânia Gaspar, da Universidade Lusófona, autora do livro «Burnout: Uma pandemia» e Gina Tomé, da Faculdade de Motricidade Humana, que assina «Tristeza e Solidão», ambos publicados na nova coleção da Fundação Francisco Manuel dos Santos.

O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.

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