
Como aumentar o investimento científico em Portugal?
Fundação (FFMS) e Renascença - Da Capa à Contracapa
05/06/25
•52m
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Três décadas e meia após o Manifesto para a Ciência em Portugal, o investimento em ciência é guiado pela meta de 3% do PIB para investigação e desenvolvimento em 2030. No entanto, a fasquia está atualmente em 1,7%, maioritariamente garantidos por financiamento empresarial.
O Estado deve aumentar significativamente o investimento em ciência? Os apoios à investigação em empresas devem ser revistos? Qual o papel da União Europeia? E, para lá do cálculo das verbas, que outras dimensões da política pública de ciência devem ser incrementadas?
Ouça a conversa com Maria de Lurdes Rodrigues, autora do livro «Investimento em Ciência», lançado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, e com a cientista Maria Manuel Mota.
O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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A torneira dos fundos europeus vai começar a fechar-se?
April 29, 2025
•61m
A Comissão Europeia vai apresentar em julho uma proposta de Quadro Financeiro Plurianual que define os dinheiros comunitários entre 2028 e 2034. O debate está a correr na sociedade europeia, numa reflexão que percorre governos, parlamentos, instituições públicas e privadas e centros de reflexão.
A repartição dos dinheiros comunitários terá de ponderar realidades como o novo alargamento da União Europeia, a necessidade de reforço da defesa e a aposta na competitividade económica.
Deve Portugal preparar-se para receber menos verbas europeias no próximo ciclo comunitário? Os países vão ter de aumentar as suas contribuições? Onde estão os instrumentos financeiros e os novos recursos próprios de que a Europa precisa?
São convidados deste programa Henrique Burnay, senior partner da Eupportunity, e a economista Elisa Ferreira, antiga vice-governadora do Banco de Portugal.
O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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Como deveria ser a ciência em Portugal?
May 13, 2025
•59m
A ciência oferece respostas humanas ao curto e longo prazo, ao que é lucrativo e a domínios em que ninguém investe. No livro «Uma Ideia de Ciência», Joana Gonçalves de Sá defende mesmo que a ciência comporta uma benção e uma maldição.
O financiamento de ciência é uma variável incontornável da análise à ciência que temos. Em Portugal, a precariedade laboral não poupa o sistema científico, onde também se instalaram sintomas de exaustão mental e até financeira.
Porque fazemos a ciência que fazemos? Como decidir que ciência apoiar? Com que dinheiro? O que é preciso mudar no sistema científico português? Como valorizar as profissões científicas? Ouça a conversa de José Pedro Frazão com os cientistas Joana Gonçalves de Sá e David Marçal.
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