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Fundação (FFMS) e Renascença - Da Capa à Contracapa - Como a pandemia mexeu com um museu de arte contemporânea?
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Como a pandemia mexeu com um museu de arte contemporânea?

Fundação (FFMS) e Renascença - Da Capa à Contracapa

07/08/25

53m

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Foram dois confinamentos que obrigaram o Museu Nacional de Arte Contemporânea (MNAC) a encontrar respostas inéditas para chegar ao público. A vertente digital do museu ganhou profundidade, apesar da escassez de recursos humanos qualificados para essa comunicação.

Que estratégias foram seguidas? Que dúvidas assolam a cabeça de um responsável de um museu quando as portas estão fechadas? O que ficou da experiência pandémica?

Para responder a estas e outras questões, o programa desta semana recebe Emília Ferreira, diretora do MNAC e autora do livro «Quando o Museu fechou», e José Soares Neves, diretor do Observatório Português das Atividades Culturais (OPAC).

O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.

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O novo estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos, «Continuidade e Mudança nas Políticas Públicas em Portugal (1976-2020)» faz uma análise inédita sobre a estabilidade das políticas públicas em Portugal, ao longo de mais de 40 anos.

Os investigadores António F. Tavares, Patrícia Silva e Pedro J. Camões analisaram a reorganização de estruturas públicas, a distribuição orçamental e as escolhas das lideranças.

Como podemos aferir as mudanças de políticas públicas através destes indicadores? Qual o peso da ideologia e das distinções entre esquerda e direita?

É o tema do programa desta semana, com Patrícia Silva, da Universidade de Aveiro, uma das coautoras do estudo, e ainda Ana Lourenço, professora e investigadora da Universidade Católica Portuguesa

O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.

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Quatro em cada 10 alunos do secundário frequenta o ensino e formação profissionais em Portugal. Embora abaixo da média europeia, Portugal observou uma expansão dos cursos profissionais a partir de 2006, estabilizando na atual fasquia nos últimos 15 anos.

Será que essa expansão teve impacto no emprego nas profissões específicas abrangidas por esses cursos? E na criação de empresas e no empreendedorismo? O que podem fazer as políticas públicas para manter e aumentar o peso do sistema de ensino profissionalizante?

Para responder a estas e outras questões, a Fundação Francisco Manuel dos Santos lança agora um policy paper, com base em microdados, que permite fazer um diagnóstico da realidade do ensino e formações profissionais em Portugal. O estudo é assinado por Luis Catela Nunes, Pedro Martins, Pedro Reis e Teresa Thomas.

Para debater os seus resultados, é convidado um dos autores do estudo e professor da Nova SBE, Pedro Martins, e João Santos, antigo alto quadro da Comissão Europeia especializado em educação e formação profissional.

O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.

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