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Fundação (FFMS) e Renascença - Da Capa à Contracapa - A moda ainda é um espelho da sociedade?
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A moda ainda é um espelho da sociedade?

Fundação (FFMS) e Renascença - Da Capa à Contracapa

09/02/25

58m

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Muito mais do que uma mera coleção de tendências estéticas, a moda é uma arena cultural que marca distinções sociais e económicas e afirma mensagens e identidades de todas as espécies.

Da roupa de consumo rápido à alta costura, a moda acompanha as transformações da sociedade a múltiplos níveis. Mas até que ponto conseguimos ler os dias de hoje na moda produzida na atualidade? A moda é alheia à emergência dos populismos e das desigualdades? E que peso social tem afinal nos tempos que correm?

Para refletir sobre este fenómeno, o programa recebe a socióloga Cristina L. Duarte, que acompanha de perto a moda em Portugal há mais de 30 anos, e a antropóloga Filomena Silvano, investigadora da Universidade Nova de Lisboa e a autora de «Antropologia da Moda».

O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.

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No ano em que se completam as terceiras eleições legislativas em quatro anos, os portugueses vão ser ainda chamados a votar nas eleições autárquicas de outubro e nas presidenciais, a realizar-se no início de 2026.

Da imigração, à habitação e à saúde, dos baixos salários aos problemas da justiça e aos desafios para a juventude, o programa desta semana reflete sobre o estado do país.

Com Mónica Ferro, diretora do escritório de londres do Fundo das Nações Unidas para a População, e Mafalda Rebordão, a economista que lidera a estratégia de transformação digital da Microsoft para as Nações Unidas.

O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.

Próximo Episódio

O novo barómetro da Fundação mostra que os residentes em Portugal têm uma imagem globalmente positiva do poder local. No entanto, querem mais influência das autarquias em áreas como a Saúde ou a Habitação. O poder do presidente da Câmara é reconhecido nos municípios, mas a influência dos cidadãos, das associações ou das oposições nas políticas concelhias é diminuta aos olhos dos munícipes.

Porque razão a democracia local parece ainda distante de muitos cidadãos? O que determina o voto dos munícipes? Que qualidades procuram nos autarcas? É desejável um aumento das competências no plano regional?

Algumas destas questões vêm a debate com Filipe Teles, investigador da Universidade de Aveiro e coautor deste Barómetro, e Paulo Fernandes, presidente da Câmara do Fundão.

O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.

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