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Expresso da Manhã - Presidenciais em ponto morto à espera que acabem as festas, mas há coisas a acontecer
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Presidenciais em ponto morto à espera que acabem as festas, mas há coisas a acontecer

Expresso da Manhã

12/30/25

15m

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No meio das festas, quando o tempo permite e os eleitores mostram disponibilidade para ouvir, as presidenciais fazem o seu caminho. Agora, é Marques Mendes que quer Gouveia e Melo a explicar uns negócios da Marinha e o almirante a manifestar-se contra as insinuações. Nada de muito novo, se atendermos ao facto de que se trata de um inquérito em curso no Ministério Público, relativo a coisas de há uns anos lá atrás e que aparecem numa revista perto de umas eleições. Candidatos são 11, mas no boletim vão aparecer 14. E há um Conselho de Estado marcado para 9 de janeiro que já está a dar que falar. Neste episódio, conversamos com a editora de política do Expresso, Eunice Lourenço.

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Em 2025, André Ventura levou o Chega à liderança da oposição parlamentar e ficou a escassos 4313 votos do PS para ser também o segundo partido mais votado. Nas autárquicas não houve correspondência em número de votos com as legislativas, mas o partido reforçou substancialmente no poder local. Agora, nas presidenciais, Ventura aparece como sendo inevitavelmente derrotado na segunda volta, mas aparece em várias sondagens a liderar as intenções de voto na primeira volta. Há dois meses, conversámos com o investigador do ISCTE Riccardo Marchi sobre a capacidade de Ventura e do Chega marcarem a agenda mediática e é essa conversa que recuperamos hoje para ajudar a explicar a razão de Ventura ser o político mais valioso.

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No meio das festas, quando o tempo permite e os eleitores mostram disponibilidade para ouvir, as presidenciais fazem o seu caminho. Agora, é Marques Mendes que quer Gouveia e Melo a explicar uns negócios da Marinha e o almirante a manifestar-se contra as insinuações. Nada de muito novo, se atendermos ao facto de que se trata de um inquérito em curso no Ministério Público, relativo a coisas de há uns anos lá atrás e que aparecem numa revista perto de umas eleições. Candidatos são 11, mas no boletim vão aparecer 14. E há um Conselho de Estado marcado para 9 de janeiro que já está a dar que falar. Neste episódio, conversamos com a editora de política do Expresso, Eunice Lourenço.

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