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Expresso da Manhã - Companhias aéreas apontam o dedo à ANA e à falta de planeamento do governo pelo caos no aeroporto de Lisboa
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Companhias aéreas apontam o dedo à ANA e à falta de planeamento do governo pelo caos no aeroporto de Lisboa

Expresso da Manhã

12/31/25

12m

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A situação arrasta-se há vários meses e agravou-se no período de Natal e Ano Novo. O governo anunciou, entretanto, a suspensão do novo sistema europeu de controle de fronteiras e mandou chamar, com carácter imediato, os militares da GNR. A ASPP acusa o toque, mas garante que não tem nenhuma responsabilidade pelos tempos de espera verificados. Para olhar para este problema que afecta a imagem do país, a vida de quem nos procura e as finanças das companhias de aviação, conversamos neste episódio com Paulo Geisler, presidente da RENA - Associação das Companhias Aéreas em Portugal.

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No meio das festas, quando o tempo permite e os eleitores mostram disponibilidade para ouvir, as presidenciais fazem o seu caminho. Agora, é Marques Mendes que quer Gouveia e Melo a explicar uns negócios da Marinha e o almirante a manifestar-se contra as insinuações. Nada de muito novo, se atendermos ao facto de que se trata de um inquérito em curso no Ministério Público, relativo a coisas de há uns anos lá atrás e que aparecem numa revista perto de umas eleições. Candidatos são 11, mas no boletim vão aparecer 14. E há um Conselho de Estado marcado para 9 de janeiro que já está a dar que falar. Neste episódio, conversamos com a editora de política do Expresso, Eunice Lourenço.

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Na véspera de começar oficialmente a campanha das presidenciais, o Presidente do Parlamento aparece a querer pôr ordem no debate eleitoral, lembrando que a democracia se faz com separação de poderes. Para que não metam a foice em seara alheia, José Pedro Aguiar-Branco lembra aos que se candidatam ao lugar de Presidente da República que uma revisão da Constituição é da exclusiva responsabilidade dos deputados. Se o puxão de orelhas é, nesta matéria, a quase todos os candidatos, a bicada aos que querem “um órgão não eleito, a aplicar sanções aos representantes eleitos do povo” é dirigida diretamente ao candidato da AD, Luís Marques Mendes, que defendeu esta ideia em várias ocasiões. Aguiar-Branco considera a proposta inaceitável. Neste episódio, conversamos com a editoria de Política do Expresso, Eunice Lourenço.

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